quarta-feira, 30 de abril de 2014

Na sua opinião o que é Gerenciamento de Projetos?


Olá pessoal, boa noite!!

Devido a muito empenho na carreira profissional e na qualificação . Não estive atualizando o Blog como de costume. Porém, informo que farei o possível para dar atenção e manter uma constante atualização.

Sendo assim, conto com a participação de todos, bem como, a sua divulgação e sugestões.

Fiquem a vontade para enviar e/ou sugerir publicações para o blog.

Att..

Megui

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

ENQUETE: Na sua opinião, qual é a área de Conhecimento mais importante do Gerenciamento de Projetos ? E por que?



1º  Escopo

2º Comunicações 


3º Recursos Humanos 


4º Integrações 


5º Qualidade 


6º  Riscos


7º Custo 


8º Tempo


9º Aquisições 

Apresentação do meu Painel no Congresso Nacional de Secretarios de Estados de Administração - CONSAD

 Apresentando as Etapas do Projeto de BI  para o congressista do CONSAD
 Ministrando palestra sobre as Técnicas de BI (business Intelligence)
Aguardando iniciar apresentação.

Resumo:Com a informatização dos processos no setor público através de ferramentas para controle coorporativo, gerou-se uma grande quantidade de dados armazenados em diversos sistemas transacionais. Estes dados não utilizados foram coletados e manipulados, para a otimização dos processos do Governo. Para otimizar o cenário da gestão pública, numa esfera altamente dinâmica,  foi criado o projeto de BI (Business Intelligence), "uma técnica" para analisar e compreender melhor os assuntos trabalhados. Com os resultados foi possível melhorar a auditoria e buscar novas alternativas para uma melhor gestão de Governo, o qual segue o principio de uma Gestão Inteligente, por meio da ferramenta Business Objects, na qual dispõe de um módulo que permite a criação e formatação de relatórios gerenciais, flexível e dinâmicos e outro módulo que gere um ambiente mais  pontual que é o painel de indicadores, que permite visualizar os dados corporativos de uma maneira muito mais intuitiva e de fácil compreensão através de gráficos interativos, dinâmicos que possibilitam métodos para facilitar o controle de metas e fazer Xcelsius para simulação de ambientes futuros para o processo de tomada de decisão. É neste contexto que o Governo de Mato Grosso, definiu objetivos estratégicos para melhorar o desempenho da sua gestão publica estadual, inserindo o Sistema de Informações Gerenciais, propiciando a centralização das informações gerenciais e estratégicas do Estado em um ambiente confiável, flexível e estratégico aos gestores que poderão tomar suas decisões baseadas em fatos e não em mera especulação.

A apresentação do projeto possibilitou a divulgação das ações que estavam sendo desenvolvida pelo Governo Estadual de MT.  Além de possibilitar que as demais Secretarias de Administração do Brasil, conhecesse o sistema  para aplicar em sua gestão". 

Guimarilza Barbosa de Souza é Coordenadora de projetos  e Especialista em Gestão de Tecnologia da Informação. Para conversar mais sobre o assunto, entre em contato pelo  guimarilza@gmail.com


Apresentação das Ações Executadas do Diretoria de Deseenvolvimento em 2012 - TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE MT

http://www.tjmt.jus.br/noticias/22557


Guimarilza Barbosa de Souza é Coordenadora de projetos  e Especialista em Gestão de Tecnologa da Informação. Para conversar mais sobre o assunto, entre em contato pelo  guimarilza@gmail.com

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Publicação do Painel :"Otimização da Gestão Publica através de tecnicas de BI " na Revista do CONSAD

Apresentação do Painel: Otimização da Gestão Publica através de Tecnicas de BI em Brasilia - DF http://www.consad.org.br/sites/1500/1504/00001661.pdf


Bom dia!

Para começar o dia bem humorado, quero compartilhar com vocês os dez mandamentos da Gestão de Projetos. Excelente dia à todos..

Os 10 Mandamentos do Gerenciamento de Projetos




1º  – Estreitarás teus escopos. Nada é pior do que um projeto interminável. Ele pode sugar todos os recursos e esgotar até mesmo a equipe mais motivada. Para manter os projetos firmes e orientados, concentre seus maiores esforços em projetos menores, que tenham entregas (“deliverables“) alcançáveis e que possam cumprir seus prazos. A longo prazo, uma série de vitórias pequenas tem mais impacto sobre a organização do que uma gigantesca orquestra sinfônica que nunca chega a tocar.
2º – Não tolerarás equipes inchadas. Uma boa maneira de começar com o pé direito é garantir que a equipe do projeto terá o tamanho certo. Equipes maiores são mais difíceis de motivar e administrar, e as personalidades podem ficar no meio do caminho, atrapalhando o trabalho. Não existe um tamanho ideal para a equipe, mas uma boa regra empírica é ter uma pessoa para cada papel e um papel para cada pessoa. Se alguns integrantes tiverem que desempenhar mais de um papel, tudo bem – se você for errar o dimensionamento, erre a favor de uma equipe menor.
3º – Exigirás dedicação de todas as áreas envolvidas. Se a área de TI aceitar um prazo apertado, mas parte dos documentos de projeto precisar ser aprovado pelas demais áreas da organização, e elas não estiverem comprometidas da mesma forma, o projeto acaba virando uma gincana. Se as áreas de negócio aceitam um prazo apertado, mas dependem de um aplicativo a ser desenvolvido pela área de TI, que não está comprometida da mesma forma, o projeto também acaba virando uma gincana. O gerente de projeto deve se posicionar de forma a que todas as áreas diretamente envolvidas no sucesso do projeto estejam comprometidas, e disponíveis na medida da necessidade, desde o princípio.
4º – Estabelecerás um comitê para analisar o andamento. O comitê de acompanhamento, qualquer que seja seu título oficial, é o corpo diretivo do projeto. Ao mesmo tempo em que lida com questões relacionadas às políticas e estratégias da empresa, ele pode e deve remover as lombadas e obstáculos do caminho do projeto. Um arranjo típico envolve reuniões quinzenais das áreas de gerência intermediária envolvidas no projeto, para analisar seu andamento e verificar como se envolver das formas descritas acima.
5º  – Não consumirás tua equipe. O ‘burnout’, ou esgotamento físico e mental dos membros da equipe, causado pelo stress e esforço das atividades, não é incomum. Fique atento às necessidades das pessoas e evite este efeito que reduz a efetividade da equipe – não planeje de forma que o envolvimento das pessoas vá exigir sacrifícios incomuns e continuados. Em particular, evite o efeito do envolvimento serial: o popular efeito “sempre os mesmos” – pessoas que se destacam por resolver bem os problemas que recebem, e assim acabam sendo envolvidos em mais projetos do que seria racional, gerando stress para elas, e disputa de recursos para os projetos.
6º – Buscarás apoio externo quando necessário. Adotar consultores em gerenciamento de projetos é uma forma de prevenir o esgotamento. Além de aumentar as equipes, os especialistas externos muitas vezes podem trazer valiosas novas idéias, perspectivas e energias. É essencial trazer o profissional certo no momento certo: especialistas nos aspectos técnicos e de mercado não são a mesma coisa que especialistas em gerenciamento de projetos. Considere as características do projeto e da equipe antes de definir o tipo de apoio externo necessário.
7º – Darás poder às tuas equipes. Equipes de projeto que já estejam se esforçando para cumprir seus escopos e prazos não precisam ter preocupações adicionais com questões formais como o preenchimento de formulários de registro de atividades para seus departamentos, ou participação em reuniões periódicas de seu órgão de origem. Ao invés disso, eles devem ter o poder discricionário de dedicar-se às atividades essenciais e que agregam valor ao projeto, e a estrutura deve se esforçar para adaptar-se a estas condições. Mas é importante que os membros da equipe correspondam a esta confiança, saibam claramente o que se espera deles e de que forma devem usar sua iniciativa.
8º – Usarás ferramentas de gerenciamento de projetos. Tarefas mundanas de gerenciamento de projetos podem ser automatizadas. Procure ferramentas que ofereçam acompanhamento do andamento, gerenciamento de tarefas, gerenciamento do fluxo de trabalho e análise de recursos, e que funcionam em uma plataforma de Intranet que promova o compartilhamento e a comunicação. Mas lembre-se de que usar tecnologias que acrescentem uma camada extra de complexidade a um projeto já desafiador por si pode não ser uma boa idéia.
9º – Reconhecerás o sucesso. Todos os participantes do projeto devem ser reconhecidos de forma positiva pelo esforço que praticaram. As recompensas não precisam ser extravagantes. É fundamental que a origem real do reconhecimento – seja a Presidência, a direção da filial regional, o principal patrocinador do projeto ou o seu gerente – fique clara para todos, e que se manifeste de forma tão individual e personalizada quanto possível.
10º – Não tolerarás gambiarras. Políticas sólidas de gerenciamento de projetos devem eliminar antecipadamente a tentação de recorrer a alternativas rápidas e rasteiras, que só levam a erros, desperdício, retrabalho e frustração.
Estes são os mandamentos da gestão de projetos segundo James Kerr. Que tal aproveitar para incluir nos comentários alguns mandamentos adicionais que você aprendeu em sua própria experiência ou que sejam adotados em sua organização?

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013


Boa tarde pessoal, estarei retomando as publicações no blogs. Além de continuar com as publicações dos conceitos Business Intelligence em Geral, ferramentas de BI, Banco de dados, gestão de projetos em BI com enfoque no setor público/privado, estarei abordando novos assuntos  que contemplaram o Gerenciamento  de projetos e etc.,

Bem como a melhores práticas e as dificuldades, etc. Tentarei postar com freqüência as experiências e gostaria de convida-los para participar com sugestão de temas  ou até mesmo se sentir a vontade para encaminhar arquivos para publicação. 

Desde já agradeço a todos os que passarem por aqui.
Sejam bem vindos!!!

Reflexão: “Eu não posso mudar a direção do vento, mas eu posso ajustar as minhas velas para sempre alcançar o meu destino.” Jimmy Deam

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Uma introdução simplista aos conceitos de Business Intelligence – BI (2º parte)

Nesta segunda parte, continuo com a história recente sobre BI e começamos a estudar alguns conceitos iniciais como Data Warehouse (DW) e Data Mart (DM)

Olá, como estão ?

Na era “Pré-BI”, não existiam recursos informáticos (hardware, software e peopleware) eficientes que possibilitassem uma análise efetiva dos dados para uma tomada de decisão eficaz. Era possível reunir todas as informações de maneira integrada, conseqüente de alguns sistemas transacionais estabelecidos com predominância em dados que respeitavam uma determinada hierarquia, no entanto, reunidos como “blocos fechados” de informação, permitiam uma determinada visão da empresa, mas não representavam ganhos negociais.

Estamos falando do final dos anos 60, período em que cartões perfurados, transistores e linguagem COBOL era a realidade da Informática. Era a época em que se via o computador como um desconhecido, um monstro de modernidade, mas que ainda parecia ser uma realidade empresarial muito distante, inclusive para grandes organizações.

O aspecto até certo ponto arcaico começou a transformar-se na década de 70, com o aparecimento das tecnologias de armazenamento e acesso a dados – DASD - e o Sistema Gerenciador de Banco de Dados - SGBD - duas siglas que possuem como significado direto o de determinar uma única fonte de dados para todo o processamento.

A partir daí o computador passou a ser encarado como um coordenador central para atividades organizacionais e o banco de dados foi considerado um recurso básico e imprescindível para assegurar a vantagem competitiva no mercado. No começo da década de 90, a maioria das grandes empresas possuía apenas Centros de Informação (CI) que embora mantivessem estoque de dados, ofereciam pouquíssima disponibilidade de informação.

Entretanto, os CIs supriam, de certa forma, as necessidades gerenciais,fornecendo relatórios e gráficos. No entanto, muitas vezes, como acontece até hoje, alguns relatórios e gráficos são apenas “impressões coloridas bonitas” que enfeitam as mesas de gerentes e detentores da informação.

O mundo empresarial começou a se comportar de modo mais complexo e a tecnologia da informação rumou ao aprimoramento de ferramentas de software e hardware, as quais ofereciam informações precisas e no momento certo para definir ações que tinham como foco a melhoria do desempenho no mundo dos negócios.

Entre 92 e 93 surgiu um conceito novo cujo foco é a grande base de dados informacionais, ou seja, um repositório único de dados - Data Warehouse (DW) - considerado pelos especialistas no assunto como a tecnologia essencial para a execução prática de um projeto de BI.

Todavia, as opiniões nem sempre são unânimes. Na ótica de alguns consultores e analista é importante que a empresa que deseja implementar ferramentas de análise disponha de um repositório específico para reunir os dados já transformados em informações. Este tal repositório não precisa ser, um DW, mas algo menos complexo como, por exemplo, um banco de dados desenhado de forma personalizada para assuntos ou áreas específicas - Data Mart (DM), ou um banco de dados relacional comum, mas separado do ambiente operacional e dedicado exclusivamente a armazenar as informações usadas como base para a realização de diferentes análises e projeções.


Aguardo vocês no nosso próximo encontro.

Abraços Fraternos.


Fábio Vinícius Primak é Analista de Sistemas (UDESC) e Especialista em Gestão Contábil, Auditoria e Controladoria (FACINTER). Para conversar mais sobre este artigo, entre em contato pelo fabio@capripr.com.br

Uma introdução simplista aos conceitos de Business Intelligence – BI (1º parte)

Num Mundo em constante mudança, com empresas tendo que "matar um leão por hora", Business Intelligence é uma forma de amenizar e auxiliar os gestores nas tomadas de decisão. Porém, não se enganem, este conceito já era conhecido e aplicado a muito tempo em nossa sociedade.


Olá, como estão ?

Tentarei passar um pouco de minha experiência em Business Intelligence que, carinhosamente, estarei chamando de BI durante este e os demais artigos.

O que é, como começou, para que serve, quando usar, quem deve usar, o que acontece quando aplicamos um projeto de BI de forma errada são algumas das dúvidas e questionamentos que estaremos discutindo no decorrer de nossas análises e conto com vocês para o engrandecimento deste material que é seu e que poderá ser utilizado em seus trabalhos e/ou consultas periódicas.

Interessante como alguns termos usados em nosso dia-a-dia são mais fáceis de se entenderem praticando a tradução “ao pé da letra”. Com o BI, isso fica realmente muito simples..... Business Intelligence, em nosso idioma tupiniquim, nada mais significa do que Inteligência do Negócio (?!). Mas o que vêm a ser essa expressão? É complicado descrever em poucas palavras, no entanto, dá para dizermos que se os sistemas de BI forem implantados de forma correta, são uma mina de ouro para as empresas e isso é um dos pontos principais e fundamentais para a vida de uma “pessoa jurídica” seja ela pública ou privada.
Estes tais programas são um auxílio fundamental no processo de tomada de
decisão gerencial.

Contudo, para que realmente haja uma Inteligência de Negócio voltado realmente ao processo da empresa, é de fundamental e imprescindível importância de que sejam analisadas alguns pontos (alicerces) os quais serão frutos de nossas conversas futuras.

Fica simples entendermos o porquê expressões como qualidade e competitividade empresarial fazem parte do diário de qualquer empresa. As empresas que não medem esforços para conquistá-las e tê-las como seu “cliente” mais fiel, com certeza, estarão fadadas ao fechamento de suas portas.
Ótimo para cada um de nós, clientes e consumidores !

O termo Business intelligence não é recente como devemos imaginar no primeiro impacto. O seu conceito prático já era usado pelo povo antigo. A sociedade do Oriente Médio antigo utilizavam os princípios básicos do BI quando cruzavam informações obtidas junto à natureza em benefício de suas aldeias. Analisar o comportamento das marés, os períodos chuvosos e de seca, a posição dos astros, entre outras, eram formas de obter informações que eram usadas para tomar decisões importantes que permitissem a melhoria de vida de suas respectivas comunidades.

É evidente que o Mundo em que vivemos mudou desde então, porém o conceito permanece inalterado. A necessidade de cruzar informações para a realização de uma gestão empresarial eficaz é atualmente uma realidade tão encravada em nossa sociedade quanto no passado.

O atual interesse pelo BI vem crescendo assustadoramente na medida em que
seu emprego possibilita às organizações realizar uma série de análises e projeções, de forma a agilizar os processos relacionados às tomadas de decisão. É o que defende Howard Dresner, vice-presidente da empresa Gartner e detentor da paternidade do termo.

Pela percepção tecnológica, a era que podemos chamar de "pré-BI" está num passado não muito distante - entre trinta e quarenta anos atrás - quando os computadores deixaram de ocupar salas enormes, na medida em que diminuíram de tamanho e, ao mesmo tempo, as empresas passaram a perceber os dados como uma possível e importante fonte geradora de informações decisórias e que renderiam eventuais lucros.

No nosso próximo “bate-papo” sobre BI, estaremos analisando a evolução histórica deste conceito aplicado na tecnologia.

Aguardo vocês.

Abraços Fraternos.


Fábio Vinícius Primak é Analista de Sistemas (UDESC) e Especialista em Gestão Contábil, Auditoria e Controladoria (FACINTER). Para conversar mais sobre este artigo, entre em contato pelo fabio@capripr.com.br

sábado, 29 de agosto de 2009

Bem vindo Visitantes - Primeiro post.

Bem vindo visitantes, como primeiro post, irei falar sobre quais os tipos de conteúdos que vamos encontrar por aqui. O titulo é bem sugestivo. Aqui falarei sobre os conceitos Business Intelligence em Geral, ferramentas de BI, Banco de dados, gestão de projetos em BI com enfoque no setor público, bem como a melhores práticas e as dificuldades, etc. Tentarei postar com freqüência as experiências que estou tendo no meu trabalho. Desde já agradeço a todos os que passarem por aqui.
Sejam bem vindos!!!
:)